Nascer na convulsão. Os primeiros anos do Museu de Évora, 1915-1930
Joaquim Oliveira Caetano e António Alegria
Através dos museus a sociedade encontra-se consigo própria e toma conta do seu passado. E não apenas toma posse, como os altera, substituindo as suas antigas funções, valores e simbolismos, por outros, tipicamente laicos, da beleza estética, da contextualização histórica, da emblemática pátria. É essa nova apropriação colectiva que se configura na criação dos museus republicanos, aqui analisada através do exemplo da criação do Museu de Évora.
Da louça ordinária e não tão ordinária que se fazia em Lisboa em 1767
Celso Mangucci
Escavações arqueológicas realizadas em 1990, em Évora, na área ocupada pelo antigo convento dominicano de Santa Catarina de Sena revelaram um pequeno prato, com o cronograma de
A Anta Grande do Zambujeiro na memória do arqueólogo Henrique Leonor Pina
Entrevista: Carla Magro Dias e António Alegria
Nos anos 60, o arqueólogo Henrique Leonor Pina protagonizou uma série de achados arqueológicos que enfatizaram a importância da cultura megalítica no território do Alentejo Central. O ponto culminante foram as escavações arqueológicas realizadas na Anta Grande do Zambujeiro, um dos maiores monumentos funerários da Península Ibérica. Com o seu cunho muito pessoal, Henrique Leonor Pina reconstitui nessa entrevista a memória desses anos, permitindo nos vivenciar o contexto no qual as escavações foram realizadas.
N O T Í C I A S
Intervenção de restauro do oratório indo-português
Intervenção de conservação da Virgem com o Menino de Nicolau Chanterene



